Sua osteoporose merece ser tratada por quem é especialista na doença.
Nossa equipe da UERJ tem vasta experiência em osteoporose e dedica à sua consulta o tempo que o seu caso precisa. Você sai entendendo o que tem e o caminho do tratamento.
A osteoporose é silenciosa. Ela não avisa. O primeiro sinal, muitas vezes, é o osso que quebra. Você reconhece algum destes?

Perdeu altura, “encolheu” com o tempo.
As costas foram ficando curvadas. “Ela não era assim.”
Caiu de pé, de uma altura boba, e quebrou (fêmur, punho, coluna, ombro).
Já operou uma fratura, colocou prótese, e voltou pra casa sem saber por que quebrou.
Colocar a prótese consertou o osso que quebrou. Não consertou o que fez ele quebrar. E é isso que faz tanta gente fraturar de novo meses depois.
Muita gente trata osteoporose, artrose e “coisa da idade” como se fossem a mesma coisa. Não são.
É o desgaste da articulação (a “dobradiça”).
É o osso que fica poroso e frágil por dentro, e pode quebrar com um esforço pequeno.
São doenças diferentes, com tratamentos diferentes. Tratar uma achando que é a outra faz você perder tempo. E osso.
Fraturar por uma queda de pé não é normal da idade. É um sinal de que está na hora de cuidar do osso.
Viemos de um ambulatório universitário da UERJ dedicado à osteoporose, onde também formamos outros médicos especialistas nela. É a base da nossa autoridade no assunto.
Endocrinologia, ortopedia e osteometabolismo sob o mesmo teto. Você não precisa juntar três especialistas sozinha: eles já trabalham juntos aqui.
A gente investiga, explica em linguagem que você entende e mostra o que está acontecendo no seu osso. Você sai com clareza do problema e do caminho do tratamento.
Não é só receita e “volte daqui a três meses”. É acompanhamento, com retorno em 30 dias incluso, para fortalecer o osso e reduzir o risco da próxima queda.
Atendimento particular, e isso joga a favor do seu osso: sem a fila de 2 a 3 meses e sem os 15 minutos com um médico que você não escolheu.

Endocrinologista | CRM-RJ 52817937
PhD em Endocrinologia, professora da UERJ, coordenadora do Serviço de Doenças Osteometabólicas e do Programa de Prevenção de Refratura da UERJ. Densitometrista.

Ortopedista | CRM-RJ 86175-8
Ortopedista e densitometrista titulado (CBR). Especialista em doenças osteometabólicas (APM). Membro de SBOT, ABOOM, ABRASSO e IOF.

Ortopedista | CRM-RJ 5273310-5
Ortopedista e densitometrista titulado. Coordenador do Setor de Osteometabolismo da Ortopedia do HUPE/UERJ e Diretor Científico da revista da ABOOM.
01
Você chama no WhatsApp e agenda a sua consulta.
02
Sua consulta, a fundo e sem pressa (presencial em Botafogo, ou online).
03
Avaliação completa: história clínica, exames e densitometria (a que você já tem, ou que orientamos solicitar).
04
Clareza: a gente explica a sua doença e o seu plano em linguagem que você entende.
05
Retorno em 30 dias para acompanhar a resposta ao tratamento.
Osteoporose tem tratamento. Com o acompanhamento certo, dá para fortalecer o osso, controlar a doença e reduzir muito o risco de fratura. O tratamento é contínuo, e é por isso que o acompanhamento importa tanto.
Não. Cálcio e vitamina D são parte do cuidado, mas o tratamento da osteoporose vai além disso e é individual. Por isso a avaliação especializada faz diferença.
Não. Artrose é desgaste da articulação; osteoporose é a fragilidade do osso por dentro. São doenças diferentes, com tratamentos diferentes.
A consulta é particular (R$ 750), com retorno em 30 dias incluso. Esse formato é o que permite o tempo dedicado e o acompanhamento de especialista.
Dá. Por ser uma doença silenciosa, a consulta online funciona bem. Muitos pacientes preferem a primeira presencial, pelo vínculo, mas é a sua escolha para o Tratamento Osteoporose em Botafogo RJ .
Não fazemos o exame na clínica, mas orientamos e interpretamos. Se você ainda não tem, a gente te diz exatamente o que pedir.
Sim. A osteopenia é o estágio anterior, e é o melhor momento para agir, antes de a primeira fratura acontecer.
O histórico familiar é um fator de risco importante, mas não é uma sentença. Se há casos na família, é mais um motivo para investigar cedo e agir antes da primeira fratura.
Na maioria dos casos, o exercício é parte do tratamento. Mas o tipo e a intensidade certos dependem do seu caso e devem ser orientados individualmente, e é isso que a consulta define.
Não há uma resposta única. Cálcio, vitamina D e outros entram conforme a sua avaliação, e tomar por conta pode não resolver. A conduta é individual.
Porque osteoporose quase nunca se resolve só com sol e cálcio. Quando a densidade cai apesar disso, é sinal de que o tratamento precisa ser revisto por quem é especialista na doença.
Sim, e é o passo que costuma faltar. A cirurgia conserta o osso que quebrou, mas não trata a doença que o deixou frágil. Sem tratar, o risco de fraturar de novo segue alto.
Quanto antes você entende o seu osso, mais cedo começa a se proteger. Agende a sua consulta com quem é especialista na sua doença.
Conteúdo cuidadosamente preparado pela nossa equipe para ajudar você a entender melhor o tratamento para osteoporose.
“Eu queria ter prestado atenção mais cedo em como o estrogênio afeta a densidade óssea. A densitometria mostrou osteopenia — ainda bem que identifiquei...
A pergunta que mais escuto no consultório, de pacientes que chegam depois de ter feito uma densitometria, é essa: “Doutor, minha densitometria melhorou? Tenho...
Para ser honesta na resposta que ninguém dá direto: osteoporose, no sentido popular da palavra “cura”, não tem cura. Mas tem algo que é...